terça-feira, 17 de fevereiro de 2015
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
Qualidades do Professor
Se há uma criatura que tenha necessidade de formar e manter constantemente firme uma personalidade segura e complexa, essa é o professor.
Destinado a pôr-se em contato com a infância e a adolescência, nas suas mais várias e incoerentes modalidades, tendo de compreender as inquietações da criança e do jovem, para bem os orientar e satisfazer sua vida, deve ser também um contínuo aperfeiçoamento, uma concentração permanente de energias que sirvam de base e assegurem a sua possibilidade, variando sobre si mesmo, chegar a apreender cada fenômeno circunstante, conciliando todos os desacordos aparentes, todas as variações humanas nessa visão total indispensável aos educadores.
É, certamente, uma grande obra chegar a consolidar-se numa personalidade assim. Ser ao mesmo tempo um resultado — como todos somos — da época, do meio, da família, com características próprias, enérgicas, pessoais, e poder ser o que é cada aluno, descer à sua alma, feita de mil complexidades, também, para se poder pôr em contato com ela, e estimular-lhe o poder vital e a capacidade de evolução.
E ter o coração para se emocionar diante de cada temperamento.
E ter imaginação para sugerir.
E ter conhecimentos para enriquecer os caminhos transitados.
E saber ir e vir em redor desse mistério que existe em cada criatura, fornecendo-lhe cores luminosas para se definir, vibratilidades ardentes para se manifestar, força profunda para se erguer até o máximo, sem vacilações nem perigos. Saber ser poeta para inspirar. Quando a mocidade procura um rumo para a sua vida, leva consigo, no mais íntimo do peito, um exemplo guardado, que lhe serve de ideal.
Quantas vezes, entre esse ideal e o professor, se abrem enormes precipícios, de onde se originam os mais tristes desenganos e as dúvidas mais dolorosas!
Como seria admirável se o professor pudesse ser tão perfeito que constituísse, ele mesmo, o exemplo amado de seus alunos!
E, depois de ter vivido diante dos seus olhos, dirigindo uma classe, pudesse morar para sempre na sua vida, orientando-a e fortalecendo-a com a inesgotável fecundidade da sua recordação.
Texto de Cecília Meireles, extraído do livro Crônicas de Educação 3
Ilustrado por Laurabeatriz
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Livro "Já tentei de tudo"
Ontem iniciei uma nova leitura, vou cumprir uma de minhas metas para este ano de 2015 que é "ler mais livros".
Comprei esse livro por indicação de uma amiga do instagram. E ontem mesmo tive a confirmação que essa foi uma das melhores aquisições que fiz em 2014 (sim, pois comprei ano passado).
E sinto dizer isso, mas ontem a noite fui dormir me sentindo a pior mãe da face da terra... sabe aquele livro que te mostra de uma forma simples e sutil tudo de errado que você fez ou faz na educação de seu filho? Esse é um deles.
Hoje acordei me sentindo renovada, como se estivesse respirando novos ares... e pela primeira vez em quase 3 anos minha filha me chamou para brincar e eu falei "daqui a pouco filha" e realmente cumpri com minha palavra, fui lá, sentei e brinquei! Apenas isso bastou para ver a felicidade estampada nos olhinhos de minha pequena.
Futuros e atuais mamães e papais, esse é um livro de cabeceira para todos que querem transformar seus filhos em futuros adultos felizes e seguros de si.
Boa tarde a todos.
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
Estágio Curricular Obrigatório I (Licenciatura em Pedagogia - UNOPAR) Aluna Erisany Raphaela
1 INTRODUÇÃO
2.2
A Importância do Estágio para a Formação
Profissional
Projeto: Em busca do “EU”.
Participantes: Alunos do Jardim II
Duração do projeto: Uma semana.
Realizar um autoconhecimento em conjunto com a família e confeccionar um álbum de fatos históricos importantes para cada aluno.
1
Considerações
finais
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Fábula: O Burro e o Cavalo
quarta-feira, 21 de maio de 2014
NORMAS E REGRAS DA A.B.N.T
Sugiro que deem uma olhada, principalmente quem vai monografar.
APOIOPHBPEDAGOGICO: NORMAS E REGRAS DA A.B.N.T: Formatar trabalhos acadêmicos (TCC/TFG, monografia, tese ou dissertação de mestrado) seguindo os padrões da ABNT parece ser algo impossíve...
Projeto Bullyng Não
Elaborei este projeto para meu primeiro estágio obrigatório do curso de Pedagogia.
PROPOSTA DE ATUAÇÃO DO PEDAGOGO DIANTE DA ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO PEDAGÓGICO NO ESPAÇO EDUCATIVO
1. Identificação da instituição: Centro Educacional Professora Maria de Lourdes de Rocha.
2. Carga horária: 16hs
3. Quem se torna responsável em aplicar o Projeto: Professora Eliene Silva
4. Temática – conteúdo Será trabalhado o combate ao bullying entre os alunos, tanto na escola quanto na sociedade.
5. Introdução: As práticas de violência, discriminação e preconceito, vivenciadas pelos educandos no cotidiano da escola têm se apresentado como um grande desafio para os professores, equipe gestora, comunidade escolar e pais. Tais práticas, muitas vezes, podem acarretar dificuldades de aprendizagem e desencadear traumas ao longo da vida.
O fenômeno bullying é complexo e de difícil solução, portanto é preciso que o trabalho seja continuado. As ações são relativamente simples, podendo ser incluídas no cotidiano escolar, inserindo-as como temas transversais em todos os momentos da vida escolar.
A postura e o envolvimento do educador são fundamentais para que os valores básicos propostos possam ser conhecidos e legitimados de acordo com os objetivos apontados e ao orientar todas as atividades e discussões, deve ele próprio respeitar a opinião de cada aluno e ao mesmo tempo garantir o respeito e a participação de todos.
Certas atitudes, simples e pequenas, em prol da paz nos tornam grandes e poderosos na preservação dos verdadeiros valores da vida. Com toda a certeza, se a escola formar indivíduos melhores, teremos motoristas melhores, políticos melhores, empresários melhores. E cidadãos melhores.
6. Justificativa: Diante de tantas barbáries e tragédias ocorridas nas escolas por comportamentos agressivos de alunos, sendo que estes trazem uma revolta muito grande por parte de todos os segmentos da sociedade, pensei em desenvolver ações no combate a essa prática para garantir aos estudantes a segurança necessária, bem como o conhecimento para que partindo destes possam refletir sobre seus atos, adotando comportamentos mais éticos e justos com as diferenças interpessoais. É na escola e na sala de aula o espaço em que se dá o encontro de “diferenças”, portanto é o lugar ideal para o exercício da tolerância, mas não é isso que ocorre, pois a escola se transformou em palco de uma realidade assustadora que manifesta todos os tipos de agressões verbais e físicas caracterizadas como um fenômeno de violência mundial chamado “Bullying”.
Apesar da popularização desta palavra de origem inglesa que significa “usar a superioridade física para intimidar alguém”, o fenômeno Bullying ainda precisa ser objeto de estudos e compromisso da sociedade na superação deste nas escolas brasileiras, pois atualmente esta sendo caracterizado como um problema de saúde pública.
O cuidado da escola contra o bullying exige não só atividades regulares como também profissionais. A forma de pensar dos alunos e da escola precisa ser respeitada, e as crianças precisam sentir-se confortáveis para expressarem seus medos em relação aos outros alunos de modo a garantir que este projeto de combate ao bullying seja realmente eficaz. Assim sendo serão discutidas várias medidas sócio educativas voltadas ao tema num efetivo trabalho de maneira interdisciplinar e contextualizada.
7. Objetivo geral: O projeto Bullying objetiva colaborar na melhor formação das crianças no exercício da tolerância, das diferenças, sem perder o foco da reeducação dos demais envolvidos (pais, responsáveis e profissionais da educação envolvidos). Desenvolver ações de solidariedade e de resgate de valores de cidadania, tolerância, respeito mútuo entre alunos e professores.
· 8. Objetivos específicos: Incentivar e buscar mudanças de atitudes e hábitos na disseminação do Bullying.
· Adotar condutas e atitudes que façam diferença no seu convívio Social.
· Estimular e valorizar as individualidades do aluno, além de potencializar eventuais diferenças, canalizando-as para aspectos positivos que resultem na melhoria da auto-estima do aluno. Demonstrando a importância de se cultivar amigos dentro e fora da escola.
9. Fundamentação teórica:
A violência no contexto escolar é um problema com graves conseqüências sociais e que, infelizmente, cresce atualmente (Guzzo, 2001). Uma das formas de violência no contexto escolar é a o processo de vitimização entre pares ou bullying. Compreendido como um subtipo ou subcategoria de comportamento agressivo, o bullying envolve diferentes formas e funções de manifestação da agressividade (Little, Henrich, Jones & Hawley, 2003), direcionados a um ou mais jovens, de forma sistemática e com abuso de poder. O bullying está associado a fatores de risco para o desenvolvimento subseqüente, passando a ser estudado do ponto de vista da Psicologia do Desenvolvimento, Clínica e Social (Almeida, 2000; Almeida & Del Barrio, 2002; Olweus, 1993; Salmivalli, 1998).
10. Metodologia: Criar condições favoráveis através do projeto para que os envolvidos sejam capazes de aprender com as diferenças, fortalecendo o exercício da tolerância que é capaz de superar os preconceitos e os conflitos que nascem nos choques de idéias e valores através de uma metodologia investigativa e dialética.
1ª ETAPA
§ Levantamento teórico para o projeto (bibliografia).
§ Formular questionário de pesquisa entre alunos, professores e comunidade.
§ Identificar espaços e momentos que ocorrem manifestação de violência na Unidade Escolar.
§ Analisar nosso espaço, ocorrências e como serão possíveis algumas intervenções a curto, médio e longo prazo.
§ Sensibilização dos envolvidos (alunos, professores, comunidade, etc.)
2ª ETAPA
§ Possibilitar o conhecimento deste fenômeno através da teoria e da bibliografia pesquisada.
§ Fazer uso dos recursos abaixo para sensibilização, contextualização, reflexão e promoção de debates sobre o tema.
§ Recolher sugestões para implementação de enfrentamento do problema, criando uma campanha de combate ao bullying com a participação de todos os envolvidos.
3ª ETAPA
§ Dentro da legislação pertinente criar mecanismos de atendimento,apoio e mediação dos conflitos na escola no combate ao bullying.
§ Com base na pesquisa,observação e recolhimento de sugestões dos envolvidos,propor normas de convivência na escola aos orgãos colegiados e democráticos como Conselho de Escola,Grêmio Estudantil, e APM e socilitar se necessário revisão e mudanças no Plano Politico Pedagógico da Escola,baseadas na Legislação Pertinente como LDB e ECA.
4ª ETAPA
§ Apresentar o resultado dos momentos de reflexão através de cartazes, apresentações de teatro, musicas, coreografia e mídias digitais produzidas pelos envolvidos: alunos, pais, professores e comunidade.
Recursos:
Bibliografia para consulta de professores e outros profissionais da Educação:
Livro: “Violência na Escola – um Guia para Pais e Professores ”Caren Ruotti, Renato Alves e Viviane de Oliveira’’.
Bibliografia para trabalhar com alunos:
Livro: ”Não era uma vez... Vários Autores.
Livro: A primavera da Lagarta autor Ruth Rocha.
Livro: Bullying Vamos mudar de atitude! Jefferson Galdino.
Outros Livros infantis: Menina Bonita do Laço de Fita, o Menino Nito,Frederico,Etc.
Filmes: Fundamental I, Lillo e stitch, Ponte para Terabitia, Corrente do bem, Karatê Kid, Energia Pura, Meninas malvadas, Corrente do bem.
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES (estratégias da proposta):
1. Sensibilização (professores e alunos): 01 mês
2. Reflexão (Uso dos recursos pedagógicos propostos), reflexão e implementação da campanha Anti Bullying: 02 a 04 meses.
3. Campanha contra violência (Exposições de atividades desenvolvidas durantes as reflexões propostas): Finalização com exposição de atividades.
CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:
Será realizada a avaliação no término do projeto, através da observação da escola como um todo, ou seja, se ocorreram mudanças expressivas na redução da violência nas suas mais variadas manifestações no ambiente escolar e se a cultura da paz passou a fazer parte da rotina da escola com ações atitudinais e não apenas conceituais.
REFERÊNCIAS:
· Blog da Professora Ananda Shultz
· Revista Ecola
· www.cec.coc.com.br
· www.google.com.br

